As coisas estão prestes a mudar na Nokia. A finlandesa, que deve passar oficialmente a ser parte da Microsoft a partir da próxima sexta-feira, 25, deve até mesmo mudar de nome, pelo menos no papel. Um documento interno que acabou sendo publicado pelo NokiaPowerUser, indica que a Nokia Oyj deve passar a se chamar Microsoft Mobile Oy.
Para quem ficou curioso do que significa “Oyj” e “Oy” são designações de negócios. “Oyj” é o equivalente a “corporação”, enquanto “Oy” é comparável a “Ltda.”. Para simplificar, a divisão de serviços e dispositivos da Nokia passa a ser Microsoft Mobile.
O documento ressalta que “Microsoft Mobile Oy” será o novo nome legal, que deverá ser usados para notas fiscais e emissão de faturas. Isso não significa que a marca Nokia será abandonada nos futuros smartphones lançados pela Microsoft.
O papel aparentemente foi enviado pela Nokia para seus parceiros, detalhando um pouco mais o que acontecerá com a empresa após o fechamento do acordo. A empresa espera não perdê-los após a conclusão do negócio, já que outras partes da finlandesa continuarão operando com o mesmo nome, como o serviço de mapas HERE.
Além da divisão de dispositivos e serviços, a Microsoft também cuidará do site Nokia.com e todas as páginas de mídias sociais da empresa por, pelo menos, um ano. Uma fábrica na Coreia do Sul seria comprada também, mas não entrará na negociação
Era tecnológica
terça-feira, 22 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 19 bilhões!
Nesta quarta-feira (19), o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou um comunicado através da sua conta oficial em seu próprio site de que a sua empresa fechou a compra do aplicativo de mensagens WhatsApp por US$ 19 bilhões — valor esse que vai ser pago com dinheiro e também com ações.
Quando a compra for fechada e tudo estiver dentro dos parâmetros de um contrato, a equipe do WhatsApp deve trabalhar de maneira independente dentro do Facebook (de forma um tanto quanto parecida com o que acontece com o Instagram). Dessa maneira, o trabalho inicial da rede social vai ser o de ajudar o aplicativo de mensagens a “crescer e a conectar todo o mundo”
Quando a compra for fechada e tudo estiver dentro dos parâmetros de um contrato, a equipe do WhatsApp deve trabalhar de maneira independente dentro do Facebook (de forma um tanto quanto parecida com o que acontece com o Instagram). Dessa maneira, o trabalho inicial da rede social vai ser o de ajudar o aplicativo de mensagens a “crescer e a conectar todo o mundo”
Juntando diferentes ferramentas em uma só
Além de tudo isso, o WhatsApp vai complementar o chat já existente do Facebook, com o objetivo de criar novas ferramentas de comunicação. Sendo assim, a rede social vai ser utilizada para que você converse com todos os seus amigos — mesmo aqueles que não contam com um cadastro ativo no famoso site de Mark Zuckerberg.
Ainda segundo o que foi explicado pelo executivo, a intenção do Facebook é a de manter o mundo conectado, sendo que eles fazem isso construindo serviços que ajudem as pessoas a compartilharem conteúdo — o que justificaria a compra do WhatsApp, que já conta com 450 milhões de adeptos. Zuckerberg também se diz entusiasmado e agradecido pela oportunidade de trabalhar com a equipe do famoso aplicativo.
Atualização
O valor correto da aquisição é de US$ 19 bilhões, e não US$ 16 bilhões como havia sido informado anteriormente. Desse montante, US$ 4 bilhões serão pagos em dinheiro, US$ 12 bilhões serão pagos em ações do Facebook e outros US$ 3 bilhões serão repassados aos funcionários do WhatsApp em ações do Facebook ao longo dos próximos quatro anos.
Aprendendo com as decepções

Criador do WhatsApp foi dispensado pelo Facebook e pelo Twitter em 2009.
Em 2009 o WhatsApp ainda era uma ideia; Brian Acton, um dos criadores da ferramenta, era apenas um programador em busca de trabalho. Com passagens pela Rockwell Engineering e pela Apple e com experiências nas linguagens C, C++, Perl, PHP, Erlang, Java e Python, ele saiu em busca de um novo emprego.
Conforme mostra o seu perfil pessoal no Twitter, no dia 23 de maio de 2009 ele tentou uma vaga para trabalhar no microblog, mas não obeteve sucesso. "Fui negado na sede do Twitter. Tudo bem, teria sido uma longa viagem", escreveu. No dia 3 de agosto do mesmo ano, outra mensagem aparece em seu perfil, desta vez relacionada ao Facebook. "O Facebook me disse 'não'. Teria sido uma ótima oportunidade de me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pelas próximas aventuras da vida", escreveu.
Sem oportunidades no mercado de trabalho, Acton decidiu investir em seu próprio projeto. O resultado disso foi a criação do WhatsApp que, ironicamente, acaba de ser vendido para o próprio Facebook por nada menos que US$ 19 bilhões. Ao que parece, investir em um sonho e não desistir dos seus ideais foi a melhor oportunidade que Brian poderia ter.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Taiwanês morre durante ligação em iPhone que estava carregando
Um taiwanês de 28 anos morreu depois que seu iPhone apresentou problemas enquanto o rapaz estava no meio de uma ligação. O sujeito, que não teve o nome divulgado, carregava o aparelho no momento do acidente com uma fonte de enegia falsificada.
O rapaz foi encontrado já morto em casa com o iPhone 4S ao lado, ainda ligado na tomada. As fotos mostram que carregador usado no momento era azul e em formado diferente dos oficiais, indicando que se tratava de um modelo "alternativo". A vítima sofreu várias queimaduras graves nas mãos e no tórax.
Segundo o jornal South China Mortning Post, a causa da morte ainda não foi divulgada, mas as autoridades locais suspeitam que tudo começou "com um choque elétrico gerado pela superaquecimento do carregador".
Acidentes parecidos já são quase rotina também na China, o que obrigou a Apple a pedir aos consumidores locais que não usassem acessórios falsificados e até fizesse uma ação de troca para recolher esses carregadores piratas.
O rapaz foi encontrado já morto em casa com o iPhone 4S ao lado, ainda ligado na tomada. As fotos mostram que carregador usado no momento era azul e em formado diferente dos oficiais, indicando que se tratava de um modelo "alternativo". A vítima sofreu várias queimaduras graves nas mãos e no tórax.
Segundo o jornal South China Mortning Post, a causa da morte ainda não foi divulgada, mas as autoridades locais suspeitam que tudo começou "com um choque elétrico gerado pela superaquecimento do carregador".
Acidentes parecidos já são quase rotina também na China, o que obrigou a Apple a pedir aos consumidores locais que não usassem acessórios falsificados e até fizesse uma ação de troca para recolher esses carregadores piratas.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Aplicativo para Android revela quem te excluiu do Facebook
Bateu uma dúvida sobre quem é a pessoa que mais interage com você no Facebook? Quer saber quem mais curte seus status e suas fotos e, até mesmo, quem resolveu excluir da rede social? É para isso que serve o Facewatcher, aplicativo exclusivo para Android, que faz este monitoramento.
Com uma interface simples e elegante, o app se conecta à sua conta para saber quantos amigos você tem, quantas curtidas você já recebeu em suas fotos e status, quem são os maiores "curtidores" e quais foram os posts que eles deram seu "Like".
Ele também monitora a sua lista de amigos. Desta forma, você pode acompanhar quem foram as amizades recentemente adicionadas e, claro, saber quem decidiu excluir o usuário de sua lista de amigos.
Para conhecer o aplicativo, basta clicar aqui para ser direcionado para a Google Play Store. O app ainda não tem versões para iOS, nem para Windows Phone
Presidente do Google diz que Android é mais seguro que iPhone
Basta dar uma rápida pesquisada pelo Google para perceber que a quantidade de vírus que surgem para Android é bem superior à do iPhone - que, aliás, alguns ainda consideram impenetrável, embora não seja. Contrariando os resultados da própria ferramenta, entretanto, o presidente-executivo da gigante de buscas disse que o sistema operacional móvel do Google é o mais seguro.
Em um simpósio promovido pela Gartner, Eric Schmidt provocou risos da platéia ao responder a uma questão levantada pelo analista David Willis. Chefe de pesquisas de mobilidade e comunicações da consultoria, ele disse ao executivo que a maior parte dos presentes prefere o iOS ao Android: "O Android não é seguro", afirmou.
"Não é seguro?", seguiu Schmidt. "É mais seguro que o iPhone."
De acordo com a ZDNet, que esteve presente na ocasião, o presidente do Google deu várias voltas para responder que sua plataforma tem 1 bilhão de usuários, portanto, passa pelo teste de segurança mais perigoso: o mundo real.
Após 45 minutos de conversa, Willis resumiu que tinha ouvido o que queria, ao que Schmidt ressaltou: "O Android é muito seguro". Deu uma pausa enquanto a platéia ria novamente e continuou: "Você vai ser mais feliz com o Gmail, Chrome e Android do que você pode imaginar."
terça-feira, 20 de agosto de 2013
O perfil de Mark Zuckerberg, fundador e presidente doFacebook foiinvadido por umhacker palestino.
De acordo com o site G1, a invasão teve por objetivodenunciar umafalha no sistema da companhia. Segundo Khalil Shreateh, o hacker, ele havia descoberto um bug no site que permitia a publicação nos murais de outros usuários, como se fossem de sua propriedade.
De acordo com o site G1, a invasão teve por objetivodenunciar umafalha no sistema da companhia. Segundo Khalil Shreateh, o hacker, ele havia descoberto um bug no site que permitia a publicação nos murais de outros usuários, como se fossem de sua propriedade.
Ainda segundo ele, o falha foi informada à rede social, mas como não houve retorno, ele decidiu invadir o perfil de Zuckerberg, e provar a existência da falha técnica.
Falha de segurança
Foi então que Shreateh invadido o perfil de Zuckerberg e postou umamensagem no mural dele. O hacker chegou a publicar um vídeo explicando a falha, com legendas em inglês e em árabe.
“Primeiro, desculpa por invadir sua privacidade e postar no seu mural. Eu não tive escolha depois de todos os reportes que eu mandei para o time do Facebook”, disse Khalil na postagem no mural deZuckerberg.
De acordo com Khalil, depois da suposta invasão ao perfil de Mark, o engenheiro de segurança do Facebook, Ola Okelola, entrou em contato para pedir detalhes.
Mas ao invés disto os responsáveis pela maior rede social do Mundo teriam enviado a seguinte mensagem: “Infelizmente, nós não podemos pagar a você por essa vulnerabilidade porque suas ações violaram nossos ‘Termos de Serviço’. Esperamos, entretanto, que você continue a trabalhar conosco para encontrar mais vulnerabilidades no site.”
Com a palavra o Facebook
Um engenheiro da rede social comentou o bug em um fórum decibersegurança. Mattew Jones, gerente de engenharia do site, escreveu: “Para ser claro, nós consertamos esse bug na quinta”. Mas, apesar disto, o Facebook não confirma a invasão.
Caso o Facebook tivesse reconhecido a falha, o palestino poderia ter recebido, ao menos, US$ 500, prêmio pago aos desenvolvedores que encontram falhas na rede social.
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